E assim começa
Escute só:
O perigo é viver no automático
Fazendo o que dá, o que deixam
o que os outros fazem, o que outros querem
Indo atrás do sonho que talvez nem seu seja
(De quem são os sonhos mesmo? Essa é uma outra estória...)
No meio dessa vadiagem, se prestarmos atenção
Pagando os olhos da cara, ouvidos e coração
Vorta e meia, algo reluz por aí, sem aviso
Essas são as pepitas
Aqui estão as pepitas do novo Lobo velho
O velho Lobo, ovelha e lobo
O homem lobo do homem
O homem bobo, bobo demais
Pela primeira vez, escritas
Em fótons, para você